Louvores para Refleções

sábado, 27 de outubro de 2012

Educar para salvar.

      Diante dos dias conturbados por que passa a sociedade atual, só existe uma maneira eficiente de fazer com que desponte uma aurora límpida e bela, neste limiar do terceiro milênio: A educação.
      Somente através da educação bem sedimentada poderá surgir o homem renovado do século XXI. Mas, educar não significa apenas transmitir padrões sócio-culturais, nem acompanhar o desenvolvimento físico-intelectual da criança ou passar uma série de informações pela instrução formal. A educação, bem estendida, consiste em formar o homem de bem, contemplando seu duplo aspecto: Espiritual e Físico. A violência está presente, num mundo onde o ser humano vem perdendo o senso de fraternidade, de solidariedade, face aos conflitos de opiniões, ás imposições do intelecto sobre o sentimento, à robotização que transforma o ser humano em máquina, a repetir atividades que lhe destroem a capacidade de criar, de enriquecer-se de novos valores espirituais.
       Educar, no sentido que termo exige, é desenvolver, cultivar, fazer brotar, elevar, fazer crescer, não de maneira unilateral, mas de forma integral, para que o educando possa ser o cidadão honrado que todos desejamos encontrar na sociedade da qual fazemos parte. E para que se atinja esse grandioso objetivo será precioso, antes de tudo, duas premissas básicas: Amor e Auto-educação. Amar para educar e  auto-educar-se para amar. Esse binômio; amor e auto-educação deverá ser o denominador comum para pais e mestres.
       Aos pais não basta amar, é preciso que seu amor seja firme, sem tirania, e terno, sem pieguice. Aos mestres não basta instruir, transmitir informações áridas, sem o real enriquecimento do conteúdo com o tempero do afeto. É preciso que haja uma conjugação de forças entre pais e mestres para que se logre êxito na reforma moral da humanidade...Para que se possa ver o despontar da verdadeira aurora do terceiro milênio...É preciso que o ser humano passe a ser o tesouro mais valioso do planeta, para que entenda o papel que lhe cabe na obra do Criador.
      Se pais e mestres, amassem para bem educar e se auto-educassem para amar, o panorama do mudo se transformaria em pouco tempo, para melhor. Veríamos no lar, que é a primeira escola, as crianças aprendendo o respeito ao semelhante, a dignidade, a dignidade, a honradez, a liberdade intelectual, o repeito a si mesmo e ao próximo. E , na escola, com mestres conscientes do seu nobre dever, aprenderiam as lições para iluminar o intelecto, mas sempre acompanhadas com os componentes do "Amor e Ternura".
      Eis uma receita infalível.....
      Eis a solução para banir, definitivamente, a violência da face da terra. Pense nisso.




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